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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

PARA QUE A MEMÓRIA NÂO SE VÁ - MONSENHOR MANUEL TEIXEIRA


Ao acaso, hoje, a retirar, de uma estante, uma revista  Macau, de Novembro 94, encontro uma peça, escrita pelo jornalista Paulo Coutinho a descrever o nome, vida e obra de  um vulgo da história portuguesa ne Ásia. 
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Conheci-o pessoalmente e escreveu algo de valor em relação à história de Portugal na Tailândia, em Singapura, Laos, Cambodja e Birmânia.  Escreveu cerca de uma centenas de obras durante sua longa permanência em Macau.
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Retribuiram-me mal depois de uma longa vivência na Ásia  a falar sobre Portugal. Os homens, portugueses, alguns e os mediocres, com Poder, são ingratos... 
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Já assim  conteceu ao Grande Afonso de Albuquerque, Luis de Camões, Fernão Mendes Pinto, de Albuqerque, Venceslau Morais ( A este reconheceu-lhe seu valor o Japão), Padre Joaquim Pintado (uma vida em Malaca a investigar) e o Padre Bata em Singapura e outros que de momento não me ocorre à memória seus nomes.
José Martins







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HISTÓRICO E REFERENTE À EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE

OS CONTABILISTAS E ARTISTAS -O MAIS QUE SE AVIA NO "GAMANÇO".



Clique em baixo e ler o resto da peça

Tribunal de Contas detetou irregularidades no negócio dos helicópteros militares


Sandra Sá Couto / Paulo Maio Gomes / Virgílio Matos | Publicado há 58 minutos
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O Tribunal de Contas detetou irregularidades no negócio dos helicópteros militares. Os inspectores encontraram faturas duplicadas e omitidas no valor de 2 milhões de euros, e concluíram que, se o Estado tivesse comprado directamente os helicópteros, tinha poupado mais de 100 milhões de euros. O Ministério da Defesa mandou abrir um inquérito.
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À MARGEM:  "Na minha missão de servir, por 24 anos, Portugal dentro de portas missão diplomática, acreditada em Banguecoque, no Reino da Tailândia, mais não haja dado pelo "gamanço" prática de bom artista e excelentemente amestrado. 
O "artista" Alipio Monteiro (ex-funcionário (bufo da TAP, nas carreiras de África no tempo de Salazar e Caetano), canadiano de nacionalidade e admitido, em Agosto de 1999, pelo embaixador José Tadeu Soares (sem registo criminal) com suspeitas de ter manipulado centenas de milhares de euros em seu proveito e abusivamente, outros, por chefes de missão.
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Fui, eu, dando conta aos chefes de missão desse "gamanço" desenfreado (tenho cópias da informação) e nunca a minha letra, acusatória, teve resposta ou tenha efeito ao que tudo me indicava que certos chefes (a esposa de um também) de missão estavam envolvidos no esquema, porque minhas palavras eram semente semeada em terra seca. 
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E os roubos da Missão Diplomática de Portugal em Banguecoque estão equiparados, mais ou menos ao valor de 2 milhões de euros dos helicópteros. 
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Dinheiros que não saíram  dos cofres do erário público, mas de uma renda, há 30 anos, de uma parcela de terreno alugada a um hotel de 5 estrelas que desde há 13 anos e com início do consulado do embaixador José Tadeu Soares 1999-2002 (hoje a representar Portugal na China) em que as chorudas rendas, parte desse dinheiro (além dos deleites dos Embaixadores) é despendido pelas mãos do diabo e depois, para justificar os gastos, são passados recibos "piratas" retirados de livros que se vendem nas papelarias, onde nos arquivos da missão, no meu tempo eram fechados a 4 chaves e penso, estarem ali, arquivados montes" nas prateleiras.
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Bom seria e para que este círculo vicioso que existe na Embaixada de Portugal em Banguecoque que a embaixadores, Gabriel Mesquita de Brito, José Tadeu Soares, João de Lima Pimentel, António Faria e Maya e o actual Jorge Torres Pereira, fossem chamados a contas e explicassem sobre esses dinheiros públicos que tem seguido por onde calha.  
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Dinheiros que deveria e não são ( assim o foram por anos remetidos, às Finanças Portuguesas, dado que esses montantes não são propriedades de embaixadores. A César o que é de César e um embaixador do Estado é um servidor e nunca um abusador!
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Um embaixador, que eu saiba (tenho prova) até se deu ao luxo de mandar emitir, um para si e outro para a esposa, dois cartões Visa platina, para os utilizarem a seus belos prazer em Banguecoque e no estrangeiro onde amiudamente se deslocavam.
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Os saco azul nas Missões diplomáticas, portuguesas, terminou, no consulado do ex-ministro dos Negócios Estranheiros, Durão Barroso, em 1993".
José Martins