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sábado, 12 de julho de 2008

Ó SENHOR PROFESSOR JAIME GAMA.... DEVIA TER SE LEMBRADO DO QUE TINHA DITO HAVIA 16 ANOS!

Dos políticos que Portugal tem um dos que nos merecia crédito, em verdade, era o Prof. Jaime Gama. Graças a ele fui vinculado ao funcionalismo público em 1999! Teria sido ele que fez frente aos "barões" do Palácio das Necessidades. No entanto ficamos pesarorosos depois do seu discurso na AR chamar "Alcáça" ao Alberto Jardim e passado 16 anos o elogiar no mesmo lugar. Prof. Jaime Gama deveria ter repensado primeiro... Assim ninguém pára o "Alcáça" da Ilha Madeira" e lá terão que o "gramar" eternamente a "gozar" os políticos "alfacinhas" e os açoreanos...
Maquiavelices

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sexta-feira, 11 de julho de 2008

NEM COTÃO JÁ HÁ NO BOLSO!

Bem desde há muito que é sabido que os portugueses são uns "tesos" tristes. Mas também, no bolso dos portugueses, não pode haver muita abundância.
Há portugueses (muitos) são uns "Tios Penicos"!
Maquiavelices vão contar a história de um "Tio Penico" que conheceu na nossa aldeia, onde todos os pobres possuiam uma leira para colher uma mão-cheia de batatas, umas couvinhas para um caldo adubado com um pedaço de banha de porco ou um golpe de azeite.
A mulher do "Tio Penico" presenteou-o com uns 18 filhos.
Um dia um "ricaço" perguntou-lhe porque fazia tantos filhos!
Respondeu-lhe: Sr. João fazer amor na cama com a mulher é o "condutinho" dos pobres...
Não havia televisão, a Emissora Nacional não estava ao alcance de todos. Com isto o "Tio Penico" deita-se cedo e o lume ao pé da estopa...
Passava a noite a "fornicar" a Adelaide dele.
A filharada do "Ti Penico", esgaravatam: uns a guardar as ovelhas paridas outra o alfeire e era uma família que lá ía vivendo sem a caridade pública.
Porém com a Segunda Guerra Mundial, a minha aldeia entrou em reboliço. Os aldeões deixaram de cultivar as terras e todos começam a esburacar as leiras em procura do minério "cassiterite".
Era eu um miúdo de uns cinco ou seis anos e reparava que todas as tabernas se encontravam cheias até à porta...
Os homens com as mãos lambuzadas a retirarem as "cambulhas" de enguias das barricas da Murtosa.
Os ourives de feira vendiam relógios e aneis como rebuçados aos aldeões.
O tio penico foi um dos com sorte e descoberto um filão negro de minério, visto a olho nu, numa sua courela.
Foi uma felicidade e o desassossego para quela família.
O "Tio Penico" chegou a ter 5 relógios: um cada pulso e mais dois no bolso do colete e ainda outro pendurado no pescoço que lhe caia no peito.
Aparecem-lhe uns oportunistas que aproveitaram a venderem-lhe uns "trastes", decorativos sem valor.
O filão do minério da courela do "Tio Penico" acabou, ficou na miséria e morreu assim.
Ora portuguese não fogem à regra das basófias e filosofia do "Tio Penico".
São cópias!
Se hoje têm crédito, trabalho e uns tostões no bolso são imparáveis a dar largas a suas vaidades.
É carros. são telefones móveis, é o traje e a boa comida...
Depois falta-lhes o crédito e o emprego barafustam, caiem numa tristeza profunda, desmoralizam e ficam arrumados para sempre.
Psicológicamene em baixo e sem esperança de recomeço de nova vida.
Em suma somos um país de "Tios Penicos" e ponto final!
Agora segundo o que informa o "Correio da Manhã", que Portugal está abaixo da Bulgária no grupo dos 27 da União Europeia é uma vergonha e está recai em cima da cabeça dos "Tios Penicos" do Governo e do "Tio Penico" José Sócrates.
Maquiavelices/José Martins

AS "BASTONADAS" DE MARINHO PINTO

Maquiavelices têm delirado com as declarações públicas do Dr. Marinho Pinto o "Bastonário da Ordem dos Advogados". Não têm sido palavras... Mas autênticas "bastonadas", ou melhor "bengaladas" dirigidas aos meritíssimos juizes que a nossa querida e amada Pátria tem a reger suas leis. Maquiavelices não vão meter o "nariz" nas leis deste país tão pouco criticar os juizes. Os juizes formam um orgão, separado, do Estado; são independentes e julguem como julguem não há discussão e o que achar que a lei não foi justa que siga para as instâncias superiores e que reparem o erro do julgamento, absolvam ou mantenham a pena ao arguido. O Sr. Bastonário, perante os juizes deste país, alargou-se nas palavras, comparando-os mesmo aos agentes da PIDE/DGS. Isso Sr. Dr. Marinho Pinto não se diz, mas pensa-se!
Vai-lhe cair em cima o Carmo e a Trindade...
Ai vai, vai!
Nos tempos que correm não existe PIDE/DSG em Portugal, mas outras formas técnicas, em nome da democracia, para lixarem um "pândego". A verdade, através dos tempos, foi uma "coxinha" e mesmo que pretenda ser forte não consegue, ficará para sempre uma "coxinha fedorenta".
Olhe Dr. Marinho Pinto ajuste-se ao tempos que correm esqueça o proferir essa palavras, porque os tempos são de mudanças e com o tempo mudam-se as vontades.
O Dr. Marinho Pinto é um "Elias" meter-se com os "Golias". Olhe em meti-me, desejei colocar a verdade "coxinha" no lugar certo e acabei por ser lixado; fui despedido pelo meu chefe (intolerante) e juiz dos meus actos. Dr. Marinho Pinto não diga mas pense e o pensar é a nossa vingança que até se pode chamar (para dentro de nós) um nome feio ao tipo/tipos que nos lixaram forte e feio!
Maquiavelices/José Martins

COMPRAR OU NÃO COMPRAR "COISAS" DA CHINA A OPÇÃO É SUA!

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ESTATUTO DOS DIPLOMATAS GERA PREOCUPAÇÃO NO PS

O novo estatuto da carreira diplomática está a agitar os bastidores do Ministério dos Negócios Estrangeiros e a preocupar o partido do Governo. No PS há quem tema uma divisão no MNE e no PSD a possibilidade de o secretário-geral fazer nomeações é vista como uma "demissão dos políticos".
Principia assim, a peça, o jornalista Francisco Almeida Leite na edição de hoje (11.07.08) do Diário de Notícias - http://dn.sapo.pt/ .
Outro jornalista, João Severino, publicou no seu blogue http://pauparatodaaobra.blogspot.com/ a seguinte peça: "Parabéns a Francisco Almeida Leite. "Ainda são os jornais, e não o poder político, a determinar o que é ou não é notícia".

O DN através do jornalista Franscisco Almeida Leite tem apresentado ao público os vergonhosos documentos que pairam pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre o novo estatuto da carreira diplomática que se pretende implementar e que chega à obscenidade de proibir os diplomatas de pertencerem a qualquer partido político e de proferirem afirmações políticas.


Na edição de hoje do DN o secretário de Estado dos Estrangeiros, Manuel Lobo Antunes, entendeu responder ao jornal, tendo até redigido termos impróprios para com o jornalista.


No entanto, não foram suficientes para intimidar Almeida Leite que lhe respondeu de uma forma merecedora do maior aplauso.


Assim: "Não querendo sequer comentar os considerandos pessoais que o sr. secretário de Estado me dirige, mantenho, na íntegra, o que escrevi nos últimos dias. O documento que o DN revelou em primeira mão tem o timbre do MNE e era o único existente à data da publicação das primeiras notícias. A elaboração de outras versões do estatuto da carreira diplomática, com o intuito de emendar à mão, é da responsabilidade do senhor secretário de Estado, como aliás é assumido nesta carta. Mas ainda sáo os jornais, e não o poder político, a determinar o que é ou não é notícia. E um documento interno do Governo com a relevância deste é forçasamente notícia".


Os meus parabéns a Francisco Almeida Leite pela frontalidade corajosa em confrontar um "poderoso" do Século XXI, de um Governo que tem manifestado continuadamente laivos de silenciamento dos jornalistas livres. O meu encómio é estendido à Direcção do DN que autorizou uma Nota de Redacção justa e esclarecedora.

P.S. Continua a enojar-me a palavra "PODEROSO" que já me foi proferida ainda não há muito tempo para que não me metesse com êles! Não acredito que haja poderosos, como o diz o João Severino, que me possam esmagar com a "bota" ou despromoverem um reformado (manga de alpaca) ex-funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros.


José Martins

O ESTADO DA NAÇÃO


Como é conhecido o Governo de José Sócrates ainda não reconheceu que em Portugal há crise, embora esta reconhecida pelos portugueses. Portugal uma barca à deriva e sem timoneiro que a retire das águas tenebrosas e a leve a bom porto. Havia muita curiosidade daquilo que iria ser discutido em cima de "O Estado da Nação" na Assembleia da República entre o PM José Sócrates e os deputados da oposição. Porém, os que se quedam na barra, esperando vislumbrar a barca, sem governo, nada avistaram. Sobre o estado actual de pobreza social não foi nada discutido. Tão pouco sobre as relações internacionais que por pouco se vão diluindo. Se um país, internamente, não "nada" num mar de rosa não terá um jardim de flores no estrangeiro para que os representantes (aqui são os diplomatas) de Portugal se movimente e com algum ar de prestígio que o seu país lhes merece. O prestígio deles é o se juntar aos seus colegas (ricos e pobres) parceiros da União Europeia. Mas deixamos isso e a pobreza que invadiu Portugal, mercê da vaidade, em fraca hora, de os governantes de Portugal inserirem um país pobre no meio de uma meia dúzia de ricos. Hoje são 27 irmãos. Os ricos lá se vão governando cada vez mais ricos e os pobres com mais miséria e a bicarem, como pardais, as miolas do pão que caiem ao lado do prato. José Sócrates quando aborda o "Estado social" aparenta nervosismo, mas não é "peco" nas palavras dando a impressão (aos poucos esclarecidos) que Portugal é uma piscina onde todos se afogam em dinheiro. Não se ouviu falar no desemprego; o porquê que as fábricas estão a encerrar e grandes e médias empresas a falirem. Não se (igualmente) ouviu palavrinha aonde o Governo irá buscar dinheiro para satisfazer os enormes encargos. Advinhamos que vai ser com mais sobrecargas ao contribuinte; mais multas e mais caça a elas. O oposição, entrou naquele jogo de guerra de palavras e pergunta de um lado e de outro. No quartel de Abrantes tudo como dantes. Ora o Primeiro Ministro José Sócrates, sempre a ter compaixão dos pobres velhos: " de dar mais a quem precisa mais neste momento". Uma cassete gravada engolida pelo PM português, com o som de: "engana velhos e obtém-lhe o voto nas próximas eleições"
Pessoa amiga enviou-me um e-mail onde dizia:
" Se a economia não se desenvolve e o desemprego aumenta, como é que vai ser?
À custa do "Estado social"? Onde é que o "Estado social" vai conseguir os necessários meios financeiros?
Com o "serviço público"? Onde é que o "serviço público" consegue o financiamento para as suas responsabilidades?
O Primeiro-Ministro quando fala, parece que só ele tem solução para os problemas da sociedade portuguesa. A arrogância, e o sorriso malandro que utiliza nos debates, não lhe permite perceber que esta nova "aldeia global" é, cada vez maior que o bairro onde ele mora.
Enquanto não perceber, os portugueses, no seu dia a dia, serão confrontados com mais dificuldades e ficarão mais longe dos padrões dos outros Estados membros da União Europeia.
José Martins